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terça-feira, 9 de maio de 2023

Sistema Municipal de Bibliotecas

Conheça o Acervo (constituído por livros de literatura e informação, revistas, HQs, cordéis, multimídia, etc...), os Serviços Prestados, Informações Relevantes, a Programação Cultural gratuita (contação de histórias, cinema, leitura, literatura, música, poesia, cursos, oficinas, intervenções artísticas) e mais diversas atividades que acontecem nas Bibliotecas Públicas Municipais da cidade de São Paulo em nosso site.

 

Sistema Municipal de Bibliotecas – SMB é composto por 118 bibliotecas:

  • 51 bibliotecas públicas nos bairros
  • 5 bibliotecas centrais (Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato, Biblioteca Mário de Andrade e 3 bibliotecas do Centro Cultural São Paulo),
  • 58 bibliotecas dos CEUs,
  • 1 biblioteca do Arquivo Histórico Municipal,
  • 1 biblioteca do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso - Biblioteca Jayme Cortez
  • 1 biblioteca do Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (Biblioteca Maria Firmina dos Reis - temática de direitos humanos)
  • 1 biblioteca do Centro Cultural da Penha (Biblioteca José Paulo Paes)

Serviços de ExtensãoBosques de LeituraPontos de LeituraÔnibus-Biblioteca e Caixaestante 


CATÁLOGO ONLINE:
Clique aqui , pesquise e descubra as maravilhosas obras disponíveis para empréstimos, presentes no acervo de SMB

DICAS DE LEITURA: Com a finalidade  de apresentar alguns destaques do acervo do Sistema Municipal de Bibliotecas as Dicas de Leitura são elaboradas mensalmente, destacando autores e/ou temas relevantes do momento

Conheça o HISTÓRICO de SMB

INFORMAÇÃO PÚBLICA - Para facilitar a divulgação da informação pública e em conformidade com a Lei de Acesso à Informação, Lei 12.527 de 18/11/2011 e o decreto municipal de 12/12/12, disponibilizamos aqui legislação sobre o assunto, dados estatísticos e relatórios da Coordenadoria do Sistema Municipal de Bibliotecas e informações de parcerias e convênios sobre informação cidadã.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Dicas de Leitura - Livros de Natal que Viraram Filmes

Finalizamos as Dicas de Leitura de 2022 com os "Livros de Natal que viraram Filmes". Foram 17 edições ao longo do ano. Divirtam-se com a leitura sugerida em 2022: Vozes da Caatinga, Semana de Arte Moderna - Parte 1 (escritores), Semana de Arte Moderna - Parte 2 (pintores, escultores e músicos), Dia Internacional da Mulher, Vozes do Cerrado, Coleções mais lidas nas bibliotecas em 2021, Vozes da Mata Atlântica, e Vozes do Pantanal e Vozes do Pampa, Biomas do Brasil, Jô Soares, Bicentenário da Independência do Brasil, 100 anos do Rádio no Brasil, Ruy Castro, Dia das Bruxas, Dia da Consciência Negra e Livros de Natal que viraram Filmes.  Boas Festas!

A experiências de isolamento e distanciamento social por que passamos na pandemia da Covid 19 fez com que as pessoas, além de assistirem a filmes e séries, também voltassem aos livros e à leitura. O gênero literário mais procurado durante a pandemia pelos brasileiros foi o de ficção*. Aproveitamos a época de festas de fim de ano para indicar alguns livros que foram a base de filmes natalinos de sucesso; divirtam-se no prazer de ler. A equipe da Coordenação do Sistema Municipal de Bibliotecas deseja boas festas a todos e muita diversão com os livros do acervo das bibliotecas públicas da cidade de São Paulo.

Dicas de Leitura - Livros  de Natal que viraram Filmes

O estranho mundo de Jack - Tim Burton
Existe um mundo onde vampiros e bruxas vivem felizes, caveiras e esqueletos cantam e dançam, fantasmas e morcegos flutuam no céu. Este é o reino de Jack Skellington, o rei da Cidade do Halloween. Mas o que pode acontecer quando Jack, entediado com a própria vida, abre um portal para a Cidade do Natal e decide tomar para si o posto de Papai Noel?
FILME - Título original: The Nightmare Before Christmas. Direção: Henry Selick. Roteiro: Caroline Thompson, Tim Burton. O elenco de voz principal inclui Chris Sarandon, Catherine O'Hara, William Hickey, Ken Page e Glenn Shadix. Data de lançamento: 24 de dezembro de 1993 (Brasil). Gênero: filme de animação/fantasia/musical. Duração: 1h 16min

Como o Grinch roubou o NatalDr. Seuss
Como o Grinch Roubou o Natal é uma obra infantil publicada em 1957. A história se tornou um clássico em 2000, com a adaptação feita para um filme de longa metragem narrado por Anthony Hopkins. Um Grinch (Jim Carrey) que odeia o Natal resolve criar um plano para impedir que os habitantes da pequena cidade de Quemlândia possam comemorar a data festiva. Para tanto, na véspera do grande dia, o Grinch resolve invadir as casas das pessoas e furtivamente roubar delas tudo o que esteja relacionado ao Natal.
FILME - Título original: Dr. Seuss' how the Grinch stole Christmas. Direção: Ron Howard. Roteiro: Jeffrey Price, Dr. Seuss. Elenco: Jim Carrey, Taylor Momsen, Jeffrey Tambor. Data de lançamento: 8 de dezembro de 2000 (mundial). Gênero: Comédia/Família/Fantasia. Duração: 1h 44min

Esquecer o natal - John Grisham
Um Natal Muito, Muito Louco é um filme baseado no livro Esquecer o Natal. Quando a filha única Blair deixa o ninho familiar, Luther e Nora Krank decidem agendar um cruzeiro para espantar a tristeza da época natalina e simplesmente pular as festas de final de ano. Mas essa ideia de boicotar a tradição afetou toda a vizinhança. Quando Blair telefona na véspera de Natal para anunciar uma visita surpresa com seu noivo, os Kranks têm apenas doze horas para produzir um milagre e deixar tudo, incluindo a vizinhança, com o melhor clima de comemoração natalina já vista!
FILME - Título original: Christmas with the Kranks. Direção: Joe Roth. Roteiro: Chris Columbus, John Grisham. Elenco: Tim Allen, Jamie Lee Curtis, Dan Aykroyd. Data de lançamento: 15 de novembro de 2004 (EUA) - Gênero: Comédia/Infantil. Duração: 1h 38mim

O Expresso Polar - Chris Van Allsburg
Na véspera de Natal, um menino ouve um barulho que vem do lado de fora de casa. Quando ele olha pela janela, descobre que há um enorme trem parado logo em frente: é o Expresso Polar, que irá conduzi-lo numa viagem de sonho e fantasia rumo ao Pólo Norte, residência oficial do Papai Noel. O livro virou uma animação para o cinema em 2004 e tem Tom Hanks como o maquinista que conduz o Expresso Polar.
FILME - Título original:The Polar Express. Direção: Robert Zemeckis. Roteiro: William Broyles Jr., Chris Van Allsburg. Elenco: Tom Hanks, Leslie Harter Zemeckis, Eddie Deezen. Data de lançamento: 26 de novembro de 2004 (Brasil). Gênero: Animação/Aventura/Família. Duração: 1h 39min

Deixe a neve cair - John Green , Maureen Johnson e Lauren Myracle
Uma forte nevasca atinge a cidade de Gracetown na véspera de Natal e a transforma em um inesperado refúgio romântico. Um trem retido no meio do nada, uma corrida com os amigos no frio congelante e lidar com a tristeza da perda do namorado ideal. Três histórias de amor distintas que se conectam entre si.
FILME - Título original: Let It Snow. Direção: Luke Snellin. Roteiro: Kay Cannon, Victoria Strouse, Laura Solon. Música composta por: Keegan DeWitt. Data de lançamento: 8 de novembro de 2019 (mundial). Gênero: Romance/Comédia. Duração: 1h 33m

Já viu esses filmes? Gostou? Então vai amar os livros! Aproveite e confira também outras obras presentes nos acervos das bibliotecas indicados nas Dicas de Leitura de anos anteriores elaboradas para essa época especial do ano:

Dicas de Leitura - Natal 2021
Aproveite os feriados de fim de ano para pôr em dia sua leitura e conhecer através dos livros curiosidades sobre o natal. E divertir-se no prazer de ler.

dicas de natal 2020

Dicas de Leitura - Natal 2020
E será Natal para sempre. Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade

Dicas de leitura Natal 2013

Dicas de Leitura – Natal (2013)
Aproveite os feriados de fim de ano para por em dia sua leitura e conhecer livros novos; faça seu empréstimo com antecedência.

Dicas de natal  - 2011

Dicas de Leitura - Natal, época mágica do ano (2011)
Encante-se e divirta-se com lindas histórias natalinas e uma programação especial.

Outras Dicas de Leitura de filmes (musicais) baseadas em livros (2017)

Dicas de leitura musicais baseados em livros

Dicas de Leitura - Musicais baseados em livros
Amor sublime amor (West Side Story), A cor púrpura, O fantasma da ópera, Os miseráveis, Noiva e Preconceito, e Oliver! são musicais de teatro e/ou cinema baseados em obras literárias clássicas. Convidamos a todos para a leitura dos livros que estão disponíveis nas bibliotecas públicas municipais.

Dicas de Leitura - musicais baseado em livros - infantil

Dicas de Leitura - Musicais infantis baseados em livros
Aladim e as mil e uma noites, Alice no país das maravilhas, A bela e a fera, O corcunda de Notre Dame, Como o Grinch roubou o Natal, A fantástica fábrica de chocolate, O mágico de Oz e Matilda são musicais de teatro e/ou cinema baseados em obras literárias infantis que compõem a seleção das dicas de leitura de março

Veja aqui outras Dicas de Leitura.

  * Notícia da Agência Brasil - Dia Nacional do Livro: hábito da leitura aumentou na pandemia; mercado passa por momento de alta após crise de vendas na pandemia.
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-10/dia-nacional-do-livro-habito-da-leitura-aumentou-na-pandemia

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Atenção: os links dos títulos são elaborados por um ISBN para facilitar o direcionamento da obra no catálogo online. Pesquise também pelo autor, título ou assunto para localizar outras edições e a disponibilidade. Consulte o Catálogo Online para saber em quais bibliotecas estão disponíveis estes e outros livros.

Consulte a lista das bibliotecas pelas regiões de São Paulo para localizar a mais perto de você.

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Dicas de Leitura - Dia da Consciência Negra

As Dicas de Leitura do mês são em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro. Selecionamos algumas obras disponíveis no acervo das bibliotecas que possibilitam uma reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. Foi criado em 2003 como efeméride incluída no calendário escolar, até ser oficialmente instituído em âmbito nacional mediante a lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A ocasião é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, um dos maiores líderes negros do Brasil que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista. O Dia da Consciência Negra é considerado importante no reconhecimento dos descendentes africanos e da construção da sociedade brasileira.

Dicas de Leitura - Dia da Consciência Negra

Paulicéia Afro : lugares, histórias e pessoas - Regiane Augusto de Mattos
Paulicéia Afro – Lugares, Histórias e Pessoas: Revelar a São Paulo negra foi a motivação central para a elaboração deste livro. Ele pretende ser um instrumento para que os moradores e os visitantes da cidade se apropriem das instituições, lugares de memória, centros de referência e movimentos culturais que remetem à história e à cultura afro-brasileira em São Paulo.
Negros - São Paulo (SP)

Negritude: Usos e sentidos - Kabengele Munanga
O que significam a negritude e a identidade para as bases populares negras e para a militância do movimento negro? Por onde deve passar o discurso sobre essa identidade contrastiva do negro, cuja base seria a negritude? Passaria pela cor da pele e pelo corpo unicamente ou pela cultura e pela consciência do oprimido? A partir de questionamentos como esses, Kabengele Munanga debruça-se sobre a construção identitária do Brasil ao longo dos tempos, partindo do princípio de que o conceito de identidade recobre uma realidade muito mais complexa do que se pensa, englobando fatores históricos, psicológicos, linguísticos, culturais, político-ideológicos e raciais.
Negros - Identidade racial

A cor das palavras : a alfabetização de crianças negras entre o estigma e a transformação - Denise Ziviani
Problematização
A interação docente com a criança da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental
A interação, a identidade, os estigmas, a linguagem e o desenvolvimento da criança
Por que professoras, mulheres e alfabetizadoras?
Os estigmas: da criança, da família e da escola
Linguagem, identidade e etnia no espaço escolar e nos processos de alfabetização
Problematizando, instrumentalizando e transformando a prática pedagógica
As ações afirmativas: alfabetizando para a cidadania
Crianças negras - Educação - Alfabetização - Discriminação na educação

Contos negros - Ruth Guimarães
Em muitos lugares brasileiros, ainda persiste o costume de contar histórias... Em geral, em torno de uma fogueira. Estas histórias são, pois, nossas, brasileiras e africanas, genuínas e espontâneas, inventadas pelo povo. Contos negros ilumina, com luz forte, a riqueza que é a mestiçagem cultural viva no ambiente de muita gente miúda – branca, índia, negra –, a cara mais autêntica e desprezada de nosso país.
Contos brasileiros - Século 20 - Negros - Folclore dos negros - Brasil - Contos

Os sons dos negros no Brasil : cantos, danças, folguedos : origens - José Ramos Tinhorão
Muito se fala sobre a influência dos povos africanos na formação da cultura brasileira, mas pouco se sabe sobre as origens desse processo. Recorrendo às mais diversas fontes, José Ramos Tinhorão reúne neste livro os primeiros registros das manifestações musicais dos negros no Brasil, praticamente ignorados pela historiografia tradicional, e resgata os momentos-chave que sintetizam a gênese de uma cultura especificamente brasileira.
Negros - Brasil - Canções e música - Folclore dos negros - Dança

Hibisco roxo - Chimamanda Ngozi Adichie ; tradução Julia Romeu
Protagonista e narradora de Hibisco roxo, a adolescente Kambili mostra como a religiosidade extremamente “branca” e católica de seu pai, Eugene, famoso industrial nigeriano, inferniza e destrói lentamente a vida de toda a família. O pavor de Eugene às tradições primitivas do povo nigeriano é tamanho que ele chega a rejeitar o pai, contador de histórias encantador, e a irmã, professora universitária esclarecida, temendo o inferno. Mas, apesar de sua clara violência e opressão, Eugene é benfeitor dos pobres e, estranhamente, apoia o jornal mais progressista do país. Durante uma temporada na casa de sua tia, Kambili acaba se apaixonando por um padre que é obrigado a deixar a Nigéria, por falta de segurança e de perspectiva de futuro. Enquanto narra as aventuras e desventuras de Kambili e de sua família, o romance também apresenta um retrato contundente e original da Nigéria atual, mostrando os remanescentes invasivos da colonização tanto no próprio país, como, certamente, também no resto do continente.
Romance nigeriano - Século 21 - Literatura africana

Mais informações sobre o Dia da Consciência Negra na Wikipedia.
 

Veja também outras dicas já publicadas relacionados ao tema:

Dicas de Leitura - Consciência Negra no Brasil (outubro de 2011)
Conheça um pouco mais sobre a história dos negros no nosso país. Veja algumas dicas de leitura e contações de histórias com a temática África e Brasil que acontecem nas bibliotecas.

Dicas de Leitura - Escritoras Africanas (abril de 2018)
As Dicas de Leitura de abril de 2018 apresentam escritoras da Nigéria, Zimbábue, Camarões, Moçambique, África do Sul e Egito.

Dicas de Leitura - Dia Internacional contra a Discriminação Racial (março de 2019)
O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas e celebra-se em 21 de março em referência ao Massacre de Sharpeville. Esta é uma importante data que reforça a luta contra o preconceito racial em todo o mundo.

Dicas de Leitura - Toni Morrison (agosto 2019)
A escritora norte americana Toni Morrison faleceu dia 5 de agosto aos 88 anos. Toni foi a primeira mulher negra a ganhar o Nobel de Literatura em 1993 e é a ela que dedicamos esta edição das Dicas de Leitura.

Dicas de Leitura - Consciência Negra (novembro 2019)
Em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra em 20 de novembro, selecionamos para as Dicas de Leitura do mês algumas obras disponíveis no acervo das bibliotecas.

Dicas de Leitura - Vidas Negras Importam (Black Lives Matter) (junho 2020)
As Dicas de Leitura de junho se vale do tema do movimento ativista internacional Vidas Negras Importam, no inglês Black Lives Matter, criado em 2013 nos Estados Unidos, cuja campanha é contra a violência direcionada as pessoas negras e o racismo.

Dicas de Leitura - Vidas Negras Importam (Black Lives Matter) INFANTIL (julho 2020)
É importante para a formação das crianças conversar sobre raça, racismo, preconceito, convívio social, respeito a sí e ao próximo, tradições culturais, e assuntos correlatos. Dando sequência ao tema do movimento ativista internacional Vidas Negras Importam, no inglês Black Lives Matter, cuja campanha é contra a violência direcionada as pessoas negras e o racismo, selecionamos alguns livros infantis de nosso acervo que ajudarão as crianças na compreensão dessas questões.

Veja aqui outras dicas de leitura.

Estes e outros títulos podem ser emprestados gratuitamente mediante inscrição na biblioteca. Para saber mais como se inscrever e retirar livros consulte o Regulamento de empréstimo de SMB. Consulte a lista das bibliotecas das regiões de São Paulo para localizar a mais perto de você.

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ATENÇÃO: o link do título é elaborado por um ISBN para facilitar o direcionamento para o catálogo online. Pesquise também pelo autor, título ou assunto para localizar outras edições e as bibliotecas.

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terça-feira, 25 de outubro de 2022

Dicas de Leitura - Dia das Bruxas

Em celebração ao Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas, essas Dicas de Leitura de outubro está repleta de Livros de terror, suspense, magia, história de assombração entre outras.

Dia das Bruxas ou Halloween

O Dia das Bruxas ou Halloween é uma celebração observada em vários países, principalmente nos países de língua inglesa, em 31 de outubro, véspera da festa cristã ocidental do Dia de Todos os Santos Dia de Todos os Santos. Entre as atividades de Halloween mais comuns estão festas e fantasia, praticar "doce ou travessura", decorar a casa, fazer lanternas de abóbora, fogueiras, jogos de adivinhação, ir em atrações "assombradas", contar histórias assustadoras e assistir filmes de terror.

Feliz dia das bruxas - Edgar J. Hyde
Samanta, Tiago e Mandy são irmãos. Os pais deles decidem descansar um pouco em uma tranquila aldeia no fim de semana do Dia das Bruxas. Os adolescentes estão muito preocupados, pois ficar em uma aldeia chata vai estragar a brincadeira de travessuras ou gostosuras. Com certeza, o dia das bruxas será bem diferente do normal, mas longe de ser uma chatice!
Samanta descobre um velho livro de feitiçaria e rapidamente percebe que é capaz de controlar perigosos poderes. Logo, ela é levada para um mundo terrível e sinistro de magos e bruxos, e precisa escapar ou perderá a vida.
Literatura infantojuvenil - Histórias de terror

O Pequeno Vampiro em perigo - Angela Sommer-Bodenburg , ilustrações de Amelie Glienke
Anton era um menino como muitos outros, filho único de um casal de classe média. Rüdiger tinha 150 anos. Apesar da idade, era apenas um menino, pois tinha virado vampiro quando criança. Certo dia, quando Anton estava sozinho em casa, Rüdiger, o Pequeno Vampiro, apareceu na sua janela. O menino e o vampiro tornaram-se amigos inseparáveis.
Vampiros - Literatura infantojuvenil

Contos de arrepiar - Júlio Emílio Braz e Ney Megale
Contos de arrepiar reúne quatro contos, de mistério que o levarão do obscuro mundo dos vampiros a um mal-assombrado casarão do século passado. Com passagens de humor e emoção, surpreende o leitor com desfechos inesperados.O livro faz parte do projeto Minha Biblioteca (2018), da Prefeitura de São Paulo.
Literatura infantojuvenil - Contos - Literatura infantojuvenil - Histórias de terror

O fantasma de Canterville - Oscar Wilde, ilustrações de Lisbeth Zwerger
O Fantasma de Canterville, narra a divertida história de um velho fantasma inglês e seus inquilinos norte-americanos que, mergulhados na modernidade do Novo Mundo, desdenham da tradição bretã, que não dispensa histórias insólitas de casarões mal-assombrados e ironia para com a ex-metrópole. Em certo momento, diz o embaixador americano: “Eu sempre fui da opinião que a emigração é a única solução para a Inglaterra”. Por essas palavras, mora o riso de Oscar Wilde.
Literatura infantojuvenil - Histórias de assombração

O príncipe fantasma - Ganymédes José e Maria Teresa Guimarães Noronha, ilustrações de Ivan Zigg
Nem bem chegam à fazenda, Marissol e seus pais são brindados com essa história de casa mal-assombrada. Seria mais um "causo" que o povo conta, não fossem os estranhos acontecimentos que a família passaria a viver naquele fim de semana: ruídos suspeitos, visitas inesperadas, estranhas aparições, misteriosos desaparecimentos e... um nebuloso Príncipe! Mas Marissol é uma garota corajosa e decidida, e não vai descansar enquanto não desvendar o quebra-cabeça e descobrir a razão de tudo isso. Só que, até conseguir elucidar o mistério, muita coisa está por acontecer…
Literatura infantojuvenil - Histórias de assombração

A travessia - Camila Torrano
Estamos em 1847, quando a Grande Fome assola a Irlanda, levando parte da população ao exílio. O cético Dr. Doyle e Sarah embarcam em um navio cheio de mistérios macabros rumo às Américas. Durante a travessia, deparam-se com personagens aterrorizantes que mudarão seus destinos.
Histórias em quadrinhos de terror

fantasmas

Veja aqui outras Dicas de Leitura.
Confira também as Dicas de Leitura - Halloween e as Dicas de Leitura - Halloween (infantil) de outubro de 2019

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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Dicas de Leitura - Ruy Castro na ABL

As Dicas de Leitura de outubro de 2022 homenageiam o escritor Ruy Castro, recém eleito imortal na Academia Brasileira de Letras.

O escritor e jornalista Ruy Castro, de 74 anos, foi eleito em 6 de outubro de 2022 como novo imortal da Academia Brasileira de Letras - ABL.  Castro recebeu 32 votos e ocupará a Cadeira 13, vaga desde a morte do ex-ministro da Cultura Sérgio Paulo Rouanet, em julho de 2022. No ano passado Ruy Castro recebeu da ABL o Prêmio Machado de Assis de 2021 pelo conjunto de sua obra.  Ruy começou sua carreira como repórter em 1967 no Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, e passou por todos os grandes veículos da imprensa carioca e paulistana. A partir de 1990 dedicou-se à escrita de seus livros biográficos, reconstituição históricas sobre o samba-canção, a Bossa Nova, Ipanema, o Flamengo e o Rio de Janeiro moderno dos anos 1920.
 

Dicas-de-Leitura com as capas dos livros de Ruy Castro

Anjo pornográfico: a vida de Nelson Rodrigues - Ruy Castro
A vida de Nelson Rodrigues (1912-1980) foi mais espantosa do que qualquer uma de suas histórias. E olhe que ele escreveu peças como Vestido de noiva e Boca de ouro, romances como Asfalto selvagem e O casamento e os milhares de contos de A vida como ela é; mas foi de sua vida, e da vida de sua trágica família, que Nelson Rodrigues extraiu a obsessão pelo sexo e pela morte.Gênio ou louco? Tarado ou santo? Reacionário ou revolucionário? Nenhum outro escritor brasileiro foi tão polêmico em seu tempo. Para escrever O anjo pornográfico Ruy Castro realizou entrevistas com 125 pessoas que conheceram intimamente Nelson Rodrigues e sua família. Elas o ajudaram a reconstituir essa assombrosa história, capaz de arrancar risos e lágrimas.
Poligrafia brasileira - Século 20; Rio de Janeiro (RJ) - Usos e costumes - Ficção

Só na Biblioteca Padre José de Anchieta

A arte de querer bem: crônicas - Ruy Castro
No ano em que completa 70 anos, Ruy Castro reúne nesta obra mais de uma centena de crônicas em que exercita o amor por sua profissão, por seus amigos, por seus ídolos, por sua cidade, pela música e pela vida. Escritos entre 2008 e 2017, os pequenos textos que compõem este livro nos permitem conhecer um pouco mais da alma desse escritor multifacetado. É hora de celebrar o amor.
Crônicas brasileiras - Século 20

Bilac vê estrelas: romance - Ruy Castro
No começo desta história, que se passa no Rio de Janeiro, no início do século XX, Olavo Bilac está em seu posto de observação na calçada da célebre Confeitaria Colombo. De repente, uma manchete gritada por um jornaleiro interrompe os seus pensamentos: um negro encontrado morto em Paquetá pode ser o jornalista da Abolição José do Patrocínio, grande amigo de Bilac. Por causa disso, ele se mete numa trama envolvendo um fabuloso dirigível, inventado por Patrocínio e objeto da cobiça de dois aeronautas franceses e de uma traiçoeira espiã portuguesa. O cenário e a época de Bilac vê estrelas são reais: boa parte da história se passa nas ruas do Rio durante a agitada Belle Époque carioca, e os personagens também são de carne e osso. Mas o documentário é só o pano de fundo para a ficção. Em meio aos arranca-rabos desse caso hilariante de espionagem industrial, Ruy Castro faz Bilac ser atacado na cama pela bela e tórrida portuguesa, deixa-o para morrer desacordado num hangar em chamas, obriga os bandidos a fugir numa charrete em disparada pela rua do Ouvidor, e tudo isso durante a vinda de Santos-Dumont ao Brasil.Bilac vê estrelas é quase uma chanchada, quase uma comédia-pastelão à brasileira. Título Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ 2000, categoria jovem
Romance brasileiro - Século 20; Histórias policiais
Só na Biblioteca Paulo Setúbal

Carmen: uma biografa - Ruy Castro
Carmen é a maior biografia de um artista já publicada no Brasil. Ano a ano, o autor acompanha a vida da brasileira mais famosa do século XX - do nascimento da menina Maria do Carmo, numa aldeia em Portugal (e a vinda ao Rio de Janeiro, em 1909, com dez meses de idade), à consagração brasileira e internacional de Carmen Miranda e sua morte em Beverly Hills, aos 46 anos, vítima da carreira meteórica e dos muitos soníferos e estimulantes que massacraram seu organismo em pouco tempo. Carmen não é apenas uma biografia. Enquanto entrelaça a intimidade e a vida pública da maior estrela do Brasil, Ruy Castro nos leva a um passeio pelo Rio dos anos 20 e 30, e por Nova York e Hollywood dos anos 40 e 50 - cenários em que é especialista. E ainda resgata a história da música popular brasileira, da praia, do carnaval, da juventude do passado, da Rádio Mayrink Veiga, do Cassino da Urca, da Broadway, dos gângsteres que dominavam os night clubs americanos e dos bastidores dos estúdios de cinema, numa época em que para estrelas como Carmen, as noites não tinham fim.
Miranda, Carmen, 1909-1955; Cantoras - Brasil - Biografia

Chega de saudade: a história e as histórias da bossa nova - Ruy Castro
Chega de saudade reconstitui a vida boêmia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - boate por boate, tiete por tiete, história por história. Para compor este fascinante mosaico envolvendo música e comportamento, Ruy Castro ouviu dezenas de seus participantes: compositores, cantores, instrumentistas, além dos amigos e inimigos deles.O resultado é uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, lances cômicos e trágicos,protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e pela legião de jovens que eles seduziram para sempre com seu charme e suas canções.
Bossa-nova - Brasil; Música popular - Brasil - História e crítica

Ela é carioca: uma enciclopédia de Ipanema - Ruy Castro
Ruy Castro apresenta 237 minibiografias de homens e mulheres fascinantes que marcaram Ipanema e a cultura brasileira de 1910 a 1970. Na estreita faixa entre o Atlântico e a Lagoa Rodrigo de Freitas, chamada Ipanema, no Rio de Janeiro, “produziu-se a maior quantidade de cronistas, poetas, romancistas, designers, arquitetos, cartunistas, artistas plásticos, compositores, cantores, jornalistas, fotógrafos, cineastas, dramaturgos, roteiristas, cenógrafos, figurinistas, atores, diretores de TV, modelos, estilistas de moda e esportistas de que se tem notícia no Brasil”. Por sessenta anos, essa “província de cosmopolitas” influiu decisivamente na cultura brasileira, e muitos de seus protagonistas se tornaram estrelas reconhecidas em todo o Brasil. Essas minibiografias se completam mutuamente e apresentam não apenas a história de cada figura, mas transportam o leitor ao fervilhante clima cultural da época. Tudo isso é Ipanema: Tom Jobim, Leila Diniz, Rubem Braga, Tônia Carrero, Millôr Fernandes, Danuza Leão, Vinicius de Moraes, Fernando Gabeira, Jô Soares, João Saldanha, Paulo Francis, Odette Lara, Glauber Rocha, Ibrahim Sued, Alair Gomes, Jaguar, Marina Colasanti, Ira Etz, Ferreira Gullar, Roniquito de Chevalier, Nelson Motta, Cazuza, Zózimo Barrozo do Amaral, Ziraldo, Zuzu Angel, e muito mais.
Ipanema (Rio de Janeiro, RJ) - História; Rio de Janeiro (RJ) - Vida intelectual; Brasileiros - Biografia

Era no tempo do rei: um romance da chegada da corte - Ruy Castro
O cenário é o Rio de 1810, dois anos depois da chegada da Família Real portuguesa, com as ruas vivendo uma agitação jamais vista em uma cidade das Américas. Os personagens são nobres e plebeus que existiram de verdade e outros saídos da mais delirante imaginação. Em Era no tempo do rei, nem tudo o que se lê neste livro aconteceu - mas podia ter acontecido. Afinal, o autor é Ruy Castro. Os heróis de Era no tempo do rei são o príncipe D. Pedro e seu amigo Leonardo, um menino de rua, ambos com 12 anos. Os dois garotos endiabrados tomam a cidade de assalto, envolvendo-se nas mais empolgantes cabriolas. Na pista deles, estão o temível major Vidigal, a prostituta Bárbara dos Prazeres, a vingativa princesa Carlota Joaquina, o pio padre Perereca, o sinistro inglês Jeremy Blood, granadeiros, ciganos e capoeiras. Como pano de fundo, a luta pelo poder no Brasil, em Portugal e nas colônias espanholas no Prata. Era no tempo do rei é um romance malandro e picaresco, com tudo que isso significa: erotismo, crítica, sátira, humor e muita ação. É também uma festa de cheiros, comidas, roupas, costumes, palavras e expressões da época. Nunca a História do Brasil foi tão irresistível.. Website da Companhia das Letras
Romance brasileiro - Século 20; Brasil - História - Ficção; Ficção histórica

Mau Humor: uma antologia definitiva de frases venenosas - edição e tradução Ruy Castro
Sabe aquela frase que você adoraria ter dito, se ela lhe tivesse ocorrido quando você mais precisou? Bem, esta é uma das finalidades deste livro: abastecê-lo com um suprimento de frases contendo uma carga letal de ironia e crítica. Cada uma das quase 1700 citações contidas aqui é um tapa de luva verbal. Só que a luva é de boxe. O mau humor a que se refere o título é o justo sentimento de indignação que se apossa de nós toda vez que o ser humano confirma sua vocação para fazer besteira. Sair por aí chutando baldes, no entanto, não adianta. A melhor vingança é o humor - a frase que bate no fígado. Mau humor é uma seleção das frases mais hilariantes de O melhor do mau humor (1989), O amor de mau humor (1991) e O poder do mau humor (1993). Durante a década de 1990, esses livros fizeram rir milhares de leitores. Esgotados, voltariam em edição definitiva, em 2002, enriquecida com mais de 400 frases novas. É essa edição que ganha agora formato de bolso. Seu organizador, Ruy Castro, espera que os leitores se divirtam tanto com essas frases como ele se divertiu ao selecioná-las.
Citações; Humorismo

A melancia quadrada: crônicas - Ruy Castro
A melancia que acabou quadrada. Uma perereca que, para procriar, precisa ser deixada em paz pelos seres humanos. Um sapinho com nome de time do coração. Um cavalo que aparece na cozinha de um apartamento no sétimo andar. Um tatu arqueólogo, um monstro feliz e um computador que está virando monstro na vida moderna. Estes são alguns dos personagens bizarros que Ruy Castro espalha por estas páginas. Dito assim, parece engraçado - e é! Mas se engana quem pensar que este livro é só para fazer rir.
Crônicas brasileiras - Século 20
Só na Biblioteca Álvares de Azevedo

Metropóle à beira-mar: o Rio moderno dos anos 20 - Ruy Castro
"Rapazes e garotas estão sendo criados em escolas especiais. Um grupo não sabe da existência do outro — até agora. No alto de uma torre embrenhada em uma floresta e isolada do restante do mundo, temos J. Ele é um dos vinte e seis rapazes de um internato que tem como objetivo formar prodígios em artes, ciências e atletismo. Até hoje J só teve contato com as outras pessoas que vivem ali: os colegas são sua única família e todos acreditam ser filhos do fundador da escola. A vida acadêmica é tudo o que conhecem — e tudo o que lhes é permitido conhecer. Mas J suspeita da existência de algo mais fora dali, para além da Torre em que vive, algo que não querem que ele veja. É então que começa a questionar. Qual o verdadeiro propósito daquele lugar? Por que os alunos não podem sair? E que segredos o pai está escondendo deles? Enquanto isso, do outro lado da floresta, em um internato muito parecido com o de J, uma jovem chamada K vem se fazendo as mesmas perguntas. Ao investigar os mistérios por trás de suas estranhas escolas, talvez os dois acabem descobrindo algo... que nã - o deveriam.".
Rio de Janeiro (RJ) - História; Rio de Janeiro (RJ) - Vida intelectual - Século 20; Rio de Janeiro (RJ) - Usos e costumes - Século 20; Intelectuais - Rio de Janeiro (RJ)
Só na Biblioteca Raul Bopp

A noite do meu bem: a história e as histórias do samba-canção - Ruy Castro
Até 1946, quando o presidente Eurico Gaspar Dutra proibiu os jogos de azar no Brasil, a noite carioca girava em torno dos grandes cassinos: o da Urca, o do Copacabana Palace, o Atlântico, ou mesmo, subindo a serra, o Quitandinha, em Petrópolis. Eram verdadeiros impérios da boemia, onde a roleta e o pano verde serviam de pretexto para espetáculos luxuosos, atrações internacionais e muito champanhe. A canetada presidencial gerou uma legião de desempregados - músicos, cantores, dançarinas, coristas, barmen, crupiês - e um contingente ainda maior de notívagos carentes. Os cassinos fecharam para sempre, mas os indestrutíveis profissionais da noite, sem falar nos boêmios de plantão, logo encontraram um novo habitat: as boates de Copacabana. Eram casas em tudo diversas dos cassinos. Em vez das apresentações grandiosas, dos espaçosos salões de baile e das orquestras em formação completa - que estimulavam uma noite ruidosa -, as boates, com seus pianos e candelabros, favoreciam a penumbra e a conversa a dois. Isso não quer dizer que tenham deixado de ser o centro da vida social. Ao contrário, não havia lugar melhor para saber, em primeira mão, da queda de um ministro, de um choque na cotação do café ou de um escândalo financeiro do que nas principais boates, como o mítico Vogue, frequentado por exuberantes luminares da República e por grã-finos discretos e atentos. Mas a noite era outra: assim como a ambiance, a música baixou de tom. Os instrumentistas e cantores voltaram aos palcos em formações menores, andamento médio e volume baixo, quase um sussurro. Tomava corpo um novo gênero, um samba suavizado pela canção, que encontrou nas boates o lugar ideal para se desenvolver plenamente. Essa nova música, com seus compositores, letristas e cantores; as boates, com seus criadores, funcionários e frequentadores, e o excitante contexto social e histórico que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.
Samba (Música) - Rio de Janeiro (RJ) - História e crítica; Casas noturnas - Rio de Janeiro (RJ) - Século 20

A onda que se ergueu no mar: novos mergulhos na Bossa Nova - Ruy Castro
A onda que se ergueu no mar apresenta o universo de Tom Jobim e João Gilberto, mas agora de um ponto de vista mais íntimo e pessoal. Aqui estão relatos, alguns alegres, outros dramáticos e até trágicos, por trás dos microfones, envolvendo os próprios Tom e João, Nara Leão, Dick Farney, Lucio Alves, Johnny Alf, João Donato, Orlando Silva, o assassinato do pianista Tenório Jr. em Buenos Aires e até a saga de Brigitte Bardot em Búzios, ao som da Bossa Nova. Edição, revista e ampliada com cinco textos-bônus, um deles revelando os ásperos bastidores da gravação do disco Getz/Gilberto e outro, narrando a glória e a miséria de um ídolo: Wilson Simonal.
Bossa-nova - Brasil; Música popular - Brasil - História e crítica

Saudades do século XX - Ruy Castro
Atores, escritores, músicos e cineastas que deram emoção e prazer ao século XX, em microbiografias com sabor de ficção. Billie Holiday. Anita O'Day. Doris Day. Fred Astaire. Mae West. Orson Welles. Billy Wilder. Alfred Hitchcock. Dashiell Hammett. Raymond Chandler. Humphrey Bogart. Glenn Miller. Frank Sinatra. Um século que produziu esses artistas não pode ter sido de todo mau. Em Saudades do século XX, Ruy Castro conta a vida desses nomes universalmente admirados do cinema, da literatura e da música popular. Uma vida tão rica e emocionante quanto a obra que deixaram. E, em muitos casos, uma vida que foi o exato oposto da imagem que eles passavam em seus filmes, livros e discos. Você vai ver.
Atores e atrizes de cinema - Estados Unidos - Biografia
Só na Biblioteca Affonso Taunay

As vozes da metrópole: uma antologia do Rio dos anos 20 - Ruy Castro
As vozes da metrópole joga luz sobre a produção literária, poética e jornalística dos escritores que foram protagonistas e testemunhas dos anos loucos cariocas. Cenário de Metrópole à beira-mar, o Rio dos anos 20 estava em ebulição e já era moderno na arquitetura, na música, nas artes plásticas, no pensamento, nos costumes ? e, é claro, na literatura. Dividido em frases, crônicas, reportagens, trechos de romances, poemas e provocações, o livro reúne cerca de quarenta autores, desde os mais conhecidos, como Murilo Mendes, Lima Barreto e João do Rio, até nomes que tiveram edições restritas ou que estão fora de circulação há décadas, a exemplo de Adelino Magalhães, Mercedes Dantas e Romeu de Avellar. Eis aqui uma amostra irresistível do que foi feito num Rio que mudou a história,  organizada por quem conhece a cidade como ninguém.
Poligrafia brasileira - Século 20; Rio de Janeiro (RJ) - Usos e costumes - Ficção
Só na Biblioteca Padre José de Anchieta

 Links sobre Ruy Castro

Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Castro

Academia Brasileira de Letras - https://www.academia.org.br

Veja outras Dicas de Leitura.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Dicas de Leitura - Bicentenário da Independência do Brasil

 Na celebração dos 200 anos da independência do Brasil, em 7 de setembro, indicamos algumas obras do acervo das bibliotecas públicas que estão disponíveis para empréstimo e consulta.

Independência ou Morte, por Pedro Américo
Independência ou Morte, por Pedro Américo, óleo sobre tela, 1888. Acervo Museu Paulista*

Neste ano, em 7 de setembro, o Brasil comemora o bicentenário de sua independência, que foi o processo histórico de separação entre Brasil e Portugal, que se estendeu de 1821 a 1825. Após o brado de “Independência ou morte!” proferido por D. Pedro I às margens do Rio Ipiranga, o Brasil deixou de ser uma colônia portuguesa e se tornou uma monarquia constitucional. O grito do Ipiranga é parte de um processo maior; uma série de questões levaram à independência brasileira e perduraram pelos anos seguintes durante o Império. As dicas de leitura de setembro comemoram a data indicando obras sobre o tema e que fazem parte do acervo do Sistema Municipal de Bibliotecas. Entenda mais sobre esse período histórico e suas repercussões na atualidade consultando ou emprestando as obras de nossa seleção e outras relacionadas disponíveis nas bibliotecas públicas.

Dicas de Leitura - Bicentenário da Independência do Brasil

1822 : como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil : um país que tinha tudo para dar errado - Laurentino Gomes
Esta obra apresenta 22 capítulos intercalados por ilustrações de fatos e personagens da época da independência. Resultado de três anos de pesquisas, a obra cobre um período de quatorze anos, entre 1821, data do retorno da corte portuguesa de D. João VI a Lisboa, e 1834, ano da morte do imperador D. Pedro I. O livro procura explicar como o Brasil conseguiu manter a integridade do seu território e se firmar como nação independente em 1822.
Pedro I, Imperador do Brasil, 1798-1834; Brasil - História - Império, 1822-1889

Crise colonial e independência : 1808-1830 - coordenação Alberto da Costa e Silva
Este primeiro volume da coleção “História do Brasil Nação” é dedicado a um dos períodos mais notáveis de nossa História. 1808 desfaz, num só ato, a antiga condição colonial brasileira: diante da iminente invasão napoleônica, d. João aportou no Brasil com a família real e parte de sua corte, migrando a sede do Império português para a América. Apenas 14 anos depois, em meio à grande efervescência política e cultural, Pedro I proclama a independência, rompendo definitivamente os laços com Portugal. 1830 encerra o ciclo deste volume: Pedro I abdica do trono deixando como herdeiro seu filho de 5 anos. Um momento histórico como esse, repleto de eventos fundadores da nacionalidade brasileira, não poderia deixar de suscitar, até os dias de hoje, inúmeros questionamentos. Para descrevê-lo e entendê-lo, cinco renomados historiadores - Alberto da Costa e Silva, Lúcia Bastos Pereira das Neves, Jorge Caldeira, Rubens Ricupero e Lilia Moritz Schwarcz - oferecem ao leitor um rico painel desse agitado, complexo e colorido Brasil oitocentista, visto por seus mais diferentes ângulos: a política, a sociedade, a economia, as relações internacionais e a cultura.
Brasil - História - João VI, 1808-1821; Brasil - História - I Reinado, 1822-1831

Histórias da gente brasileira, volume 2 : império - Mary del Priore
Mary del Priore, escritora e historiadora premiada, aborda neste livro um dos momentos mais interessantes de nossa trajetória, a partir de um ângulo que vai além do convencional ao focar nos detalhes da vida cotidiana. Hábitos, costumes, modos de vestir, de falar, moradias, divertimentos, o papel da mulher… Nada passa despercebido pelo olhar sensível e acurado da autora. Ricamente ilustrado, o livro traz reflexões sobre a formação das grandes cidades – ajudando a explicar as diferenças regionais que até hoje marcam o país, além de questionar o mito do “homem cordial” ao contar com minúcias como se deram as diversas revoltas que explodiram neste período. Portanto, que tal olhar pelo buraco da fechadura e descobrir o que há por trás das cortinas do Brasil Império?
Brasil - História - Império, 1822-1889; Brasil - Usos e costumes - História; Brasil - Civilização;  Francisco Paulo de Almeida, 1826-1901 Barão de Guaraciaba

D. Pedro : a história não contada : o homem revelado por cartas e documentos inéditos - Paulo Rezzutti
Muito se fala do grito às margens do Ipiranga, da sexualidade exacerbada e do jeito impaciente que lhe rendeu a pecha de monarca difícil e de pouco tato político. Mas quase duzentos anos depois de sua morte, pouco ainda se sabe do homem de personalidade complexa que se dispunha a morrer por uma causa; do pai que queria para os filhos a educação que reconhecia falhar em si próprio; do governante que foi protagonista na transição do absolutismo ao liberalismo e ao regime constitucional no Brasil. Foi para preencher as inúmeras lacunas sobre nosso primeiro imperador que este livro foi escrito. Eis, enfim, a realidade de d. Pedro, no primeiro volume da coleção “A História Não Contada”.
Pedro I, Imperador do Brasil, 1798-1834; Brasil - História - I Reinado, 1822-1831

D. Leopoldina : a história não contada : a mulher que arquitetou a Independência do Brasil - Paulo Rezzutti
Conhecida no imaginário brasileiro como o vértice frágil do mais célebre triângulo amoroso da história do Brasil, Maria Leopoldina sofreu diante do escândalo que foi o relacionamento do marido com Domitila de Castro, a futura marquesa de Santos. Mas sua trajetória revela muito mais do que a mulher traída à luz do dia. Nascida na Áustria, culta e refinada, ela deixou a Europa em 1817 para uma aventura transatlântica e se tornou uma estrategista política fundamental no processo de Independência. A biografia de Leopoldina, no entanto, ainda parece distante da maioria do povo brasileiro. Sua figura complexa e carismática, sua vida intensa e breve, sua combinação de temores e coragem, força e fragilidade, são nuances reveladas e descritas pelo escritor e pesquisador Paulo Rezzutti nesta história não contada. O livro inclui um caderno de imagens inéditas e parte de documentos originais para relatar as reflexões, crenças e angústias da primeira imperatriz do Brasil.
Leopoldina, Imperatriz, consorte de Pedro I, Imperador do Brasil, 1797-1826- Ficção; Imperatrizes - Brasil - Biografia; Brasil - História

As vidas de José Bonifácio - Mary Del Priore
Conhecido como o Patrono da Independência do Brasil, José Bonifácio é uma figura histórica tão fascinante quanto enigmática. Sua aura de mistério intrigou inúmeros pesquisadores, que buscaram encontrar em sua trajetória qualidades e feitos que comprovassem seu heroísmo, sua genialidade, seu patriotismo.
Silva, José Bonifácio de Andrada e, 1763-1838 - Estadistas - Brasil - Biografia

7 de setembro de 1822 : a Independência do Brasil - Cecília Helena de Salles Oliveira
O 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, é a mais conhecida e celebrada data nacional. O feriado anual que recebe enorme cobertura da imprensa e dos meios de comunicação possui uma faceta lúdica e uma dimensão cívica. Em um livro interessantíssimo e leal à história, a autora e professora da USP aborda as condições da Independência, rondada por questionamentos e dúvidas sobre o Império regido por Pedro I, e explica a repercussão da simbólica data.
Brasil - História - Independência, 1822

LITERATURA INFANTOJUVENIL

História do Brasil em quadrinhos : chegada da Famíla Real - Dia do Fico - Independência - Edson Rossatto
História do Brasil em Quadrinhos apresenta o encadeamento de diversos fatos históricos, como os detalhes da chegada da família real ao Brasil, o Dia do Fico e a Independência do país. Toda a história é contada pelo professor Daguerre a três crianças que se desgarram da excursão escolar no Museu do Ipiranga em São Paulo - Marcelo, Catarina e Gustavo. A pressão sofrida por Portugal para aliar-se a Napoleão, a chegada ao Brasil, a elevação da antiga colônia a Reino Unido, a Inconfidência Mineira, o Dia do Fico e o grito do Ipiranga, tudo passa pela prosa do professor.
Brasil - História - João VI, 1808-1821 - Histórias em quadrinhos para crianças; Brasil - História - Independência, 1822 - Histórias em quadrinhos para crianças

A Independência do Brasil - André Diniz ; Antonio Eder (il.)
A vinda e a partida da família real, o Dia do Fico, o Grito do Ipiranga são marcos que culminaram na Independência do Brasil em 1822. D. Pedro I, nosso primeiro imperador, também é o protagonista desta história, contracenando com José Bonifácio, D. João VI, Carlota Joaquina e outras grandes figuras.
Brasil - História - Independência, 1822 - Histórias em quadrinhos

Independência ou morte! - Juliana de Faria ; Ivan Zigg (il.)
Um corriqueiro passeio ao Museu do Ipiranga pode se transformar numa grande aventura. Félix, Clarinha e toda a classe ficam impressionados com a grandiosidade do quadro 'Independência ou morte!', pintado em 1890 por Pedro Américo. Só que, quando a turma começa a se afastar do Salão Nobre para continuar a visita ao museu, os dois descobrem uma portinha ao lado da pintura. Ao entrar no quadro, eles são recebidos pelo próprio Pedro Américo. O pintor está ali para cuidar o tempo todo de sua obra. Pedro Américo propõe à dupla um grande desafio - encontrar quais são as sete diferenças entre o quadro e a verdadeira cena da Proclamação da Independência. 'Já brincaram de jogo-dos-sete-erros?', pergunta o artista. É aí que Félix e Clarinha se envolvem num passeio cheio de humor, suspense, enigmas e muita História. O livro traz também a biografia de Pedro Américo Figueiredo de Mello (1843-1905) e outras curiosidades sobre seu quadro mais famoso, feito sob encomenda para o imperador Dom Pedro II.
Literatura infantojuvenil; Brasil - História - Independência, 1822 - Literatura infantojuvenil; Pintura - Brasil - Século 19 - Literatura infantojuvenil; Américo, Pedro, 1843-1905 - Literatura infantojuvenil

O processo da independência do Brasil  - Marcos Bagno; Maria Graham
Uma adaptação do diário de Maria Graham, escritora e historiadora britânica que esteve no Brasil entre 1821 e 1825. Traz o relato sensível de quem acompanhou de perto um dos momentos mais importantes da nossa história: a mudança da condição de colônia para a de nação independente. Os textos da coleção História do Brasil através dos Viajantes foram adaptados por escritores, proporcionando uma narrativa envolvente e fiel aos fatos relatados nas obras originais.
Brasil - História - Literatura infantojuvenil; Viajantes - Brasil - História; Escritos de viajantes; História na literatura
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Links de interesse sobre a Independência:

* Google Arts and Culture - "Independência ou Morte", pintura de Pedro Américo que se tornou  representação oficial da independência do Brasil - acervo Museu do Ipiranga (Museu Paulista) https://artsandculture.google.com/asset/independ%C3%AAncia-ou-morte/xQEMjjFlwma5eQ

Como foi restaurado o quadro Independência ou Morte? https://ciclo22.usp.br/2021/09/10/como-foi-restaurado-o-quadro-o-grito-do-ipiranga/

Museu do Ipiranga - https://museudoipiranga2022.org.br

Wikipedia - Independência do Brasil https://pt.wikipedia.org/wiki/Independ%C3%AAncia_do_Brasil

Revista Pesquisa Fapesp - A Independência do Brasil de A a Z - A Independência do Brasil de A a Z - De olho na diversidade, dicionário reúne mais de 700 verbetes escritos por 276 pesquisadores de 11 países

Agenda Bonifácio - uma plataforma online da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo onde as pessoas podem conhecer os episódios mais marcantes que levaram à separação do Brasil de Portugal.

Veja aqui outras Dicas de Leitura
Confira também as Dicas de Leitura de setembro de 2011 -  A Independência do Brasil

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Publicada no site SMB em 1/9/2022 https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/noticias/?p=32004

 

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Dicas de Leitura - Jô Soares

A homenagem das Dicas de Leitura de agosto é para Jô Soares, que faleceu em 5 de agosto de 2022, aos 84 anos em São Paulo. Dentre as áreas culturais que atuou, escreveu livros de história policial, crime e mistério, romance, humor, crônica e sua autobiografia. Suas obras fazem parte do acervo das bibliotecas municipais e estão disponíveis para consulta e empréstimo.

"Tudo o que fiz e tudo o que faço sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre."

“O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo.
Tenho medo de não ser produtivo”.

Jô Soares, José Eugênio Soares, foi humorista, apresentador de televisão, escritor, dramaturgo, diretor teatral, ator, artista plástico e músico brasileiro. Nasceu no Rio de Janeiro, em 16 de Janeiro de 1938 e faleceu em São Paulo em 5 de agosto de 2022. Estudou no Colégio São Bento no Rio de Janeiro e até a adolescência viveu nos Estados Unidos. Posteriormente, estudou na Suíça, para se preparar para a carreira diplomática, porém seu dom humorístico o levou para a vida cultural da tv, do teatro e da literatura. Estreou na televisão em 1958, no programa Noite de Gala, na TV Rio e posteriormente participações na TV Tupi e TV Record, onde atuou com sucesso no show A Família Trapo até 1970, quando então assinou com a TV Globo e se dedicou ao projeto Viva O Gordo. Em 1987 seguiu para o SBT onde apresentou o talk-show Jô Soares Onze e Meia por 11 anos. O retorno à Globo ocorreu em 2000, quando ele estreou o também talk-show Programa do Jô, exibido até 16 de dezembro de 2016, quando Jô se afastou da televisão. Poliglota, dedicou sua vida também ao teatro, à música e à literatura. Jô Soares foi eleito para a Academia Paulista de Letras para a cadeira n.º 33 em 4 de agosto de 2016. Conheça o lado de escritor de Jô e leia algumas de suas obras disponíveis nas bibliotecas de SMB.

Capas dos livros  foto de Jô Soares

Assassinatos na Academia Brasileira de Letras: romance - Jô Soares
Durante seu discurso de posse, o senador Belizário Bezerra, o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras, cai fulminado no salão do Petit Trianon. A morte de outro confrade, em circunstâncias semelhantes, súbita, sem sangue e sem violência aparente, traz uma tensão inusitada para a tradicionalmente plácida casa de Machado de Assis: um serial killer literário parecia solto pelo pacato Rio de Janeiro de 1924, e não estava pra brincadeira. Queria ver mortos todos os imortais. Os "Crimes do Penacho", como a imprensa marrom apelidou a série de assassinatos, despertaram a curiosidade do comissário Machado Machado, um tipo comum na paisagem carioca não fosse o indefectível chapéu-palheta, a pinta de sedutor irresistível e a obstinação em provar que aquelas mortes jamais poderiam ser coincidências. Em sua investigação, que serpenteia entre um chope e outro no Café Lamas, uma visita ao teatro São José, uma passada no cemitério São João Batista e outra na Lapa, Machado Machado encontra suspeitos por toda parte: políticos, jornalistas, religiosos, nobres falidos, embaixadores, crupiês, poetas maiores e menores, homens de letras, magnatas da imprensa, alfaiates e atrizes francesas, quase todos com um pendor inescapável para o assanhamento e a malandragem. Assassinatos na Academia Brasileira de Letras alia o sabor da prosa de Jô Soares a uma pesquisa histórica que reconstitui nos mais ricos e engraçados detalhes um Rio de Janeiro que até agora não estava nos livros: parecia estar apenas na memória de quem o viveu. Jô mistura erudição e humor, texto e imagens, suspense e comédia de costumes - fórmula secreta que, na mão dos grandes autores, garante a marca da melhor literatura.
Romance brasileiro - Século 20

O Astronauta sem regime - Jô Soares
O primeiro livro escrito por Jô Soares é uma coletânea de contos, poesias e crônicas humorísticas. Um caçador de elefantes que chega a uma triste conclusão em relação ao caráter destes imensos animais; o duelo “intelectual” entre um admirador de Beethoven e um admirador de Gardel; o homem que pagava várias vezes a mesma conta e sempre queria pagar mais; fábulas, testes, frases, o JÔ-jornal, e o pequeno dicionário imbecil. O Astronauta Sem Regime mostra a outra face de Jô Soares: o escritor, e como na televisão e nos teatros, faz rir com o talento, o humor e a inteligência deste grande humorista brasileiro.
Humorismo brasileiro - Século 20

As esganadas: romance - Jô Soares
Jô explora mais uma vez tema que lhe é caro: os assassinatos em série. No entanto, tal como Alfred Hitchcock, que desprezava os romances policiais cujo objetivo se resume a descobrir quem é o criminoso (o famoso “whodonit”), Jô Soares revela logo no início não somente quem é o desalmado como sua motivação psicológica (melhor dizer psicanalítica) para matar. O delicioso núcleo narrativo está nas tentativas aparvalhadas da polícia de encontrar um criminoso que, além de muito esperto e de não despertar suspeita nenhuma, possui uma rara característica física que dificulta sobremaneira a utilização dos novos “métodos científicos” da polícia carioca. Para investigar os crimes, o famigerado chefe de polícia Filinto Muller designa um delegado ranzinza, assessorado por um auxiliar obtuso e medroso, e que contará com a inestimável ajuda de um sofisticado e culto ex-inspetor. Na perseguição ao criminoso, os três investigadores ganham a desejável companhia de uma jovem linda, destemida, viajada e moderna, que é repórter e fotógrafa da principal revista ilustrada do país. O leitor também pode se fartar aqui com uma outra faceta constante da obra literária de Jô Soares: a escolha de um momento do passado para cenário de sua narrativa, o que lhe permite entrar em detalhes históricos curiosos enquanto desenvolve a trama. Desta vez, voltamos ao Rio de Janeiro do Estado Novo, tendo por pano de fundo mais amplo o avanço do nazismo e as primeiras nuvens ameaçadoras que anunciam a Segunda Guerra Mundial. Entre os eventos da época que Jô resgata estão uma corrida de automóveis no Circuito da Gávea (de que participam o cineasta Manoel de Oliveira e o lendário Chico Landi) e a transmissão pelo rádio da derrota do Brasil de Leônidas da Silva para a Itália na semifinal da Copa de 1938, na França. Com a verve que lhe é característica, Jô consegue realizar a façanha de narrar uma série de crimes brutais, com requintes inimagináveis de crueldade, e deixar o leitor com um sorriso satisfeito nos lábios.
Romance brasileiro - Século 20; Histórias policiais; Histórias de crimes e mistérios

O homem que matou Getúlio Vargas: biografia de um anarquista - Jô Soares
Biografia de um anarquista fictício que, entre 1914 e 1954, percorre várias partes do mundo para cumprir uma gloriosa e desastrada missão: matar tiranos. Romance em que até a História (a verdadeira) parece coisa de humorista. Nome: Dimitri Borja Korozec. Filiação: pai sérvio, mãe brasileira. Marca de nascença: seis dedos em cada mão. Ideologia: algo assim como uma espécie de anarquismo. Profissão: assassino. Vítimas preferenciais: líderes políticos. Ele é o homem certo: formou-se numa escola de assassinos altamente conceituada, tem uma pontaria extraordinária e está sempre disposto a dar cabo dos tiranos que infestam o mundo. Mas sofre de um problema crônico: é desastrado. Com ele não tem meio-termo: é tudo por um triz. Em 1914, por exemplo, na Europa, foi ele quem quase desencadeou a Primeira Guerra Mundial... E é sempre assim, negando fogo, que o anarquista Dimitri Borja Korozec participa ativamente de importantes episódios históricos e convive com estrelas como Mata Hari, Al Capone, Franklin Roosevelt e Getúlio Vargas, entre outros. No Xangô de Baker Street, Jô Soares pintou e bordou com o gênero policial. Desta vez, o alvo escolhido são as biografias. Com sua inteligência fina e em permanente estado de alerta, também aqui ele mistura ficção e realidade e faz com que tudo neste romance pareça uma "sincronia arquitetada pelo acaso". O grande arquiteto do riso é ele mesmo - Jô Soares -, mas o leitor verá que às vezes a própria História, a verdadeira, também parece coisa de humorista.
Romance brasileiro - Século 20

Humor nos tempos do Collor - Jô Soares; Millôr Fernandez; Luís Fernando Veríssimo
Este é um encontro de três grandes escritores do Brasil: Jô Soares, Luis Fernando Verissimo e Millôr Fernandes. A obra é uma coletânea de crônicas e charges, retiradas de jornais da época, que retratam desde a posse até a crise e os diversos escândalos na época do ex-presidente Collor. O título é uma referência ao romance de Gabriel Garcia Marquez, “O Amor nos Tempos do Cólera”. O livro, apesar de ter quase 30 anos, ainda é muito atual, além de ser uma ótima maneira de entender aquele período, vendo da perspectiva cômica dos autores. Rir pode até não ser o melhor remédio, mas em tempos de crise é um jeito de encarar os problemas, afinal “Todo brasileiro é corrupto… mas tem uma panelinha que monopoliza as verbas!”
Humorismo brasileiro - Século 20

O xangô de Baker Street: romance - Jô Soares
Neste livro hilariante, Jô Soares alia uma rigorosa pesquisa histórica sobre a vida no Rio de Janeiro do Segundo Reinado à sua inventividade sem fronteiras. Romance "cômico-policial", O Xangô de Baker Street constitui uma engraçada mistura de cenário muito preciso do passado - a capital do país por ocasião da primeira visita da legendária atriz francesa Sarah Bernhardt, figuras conhecidas da história política e cultural do país, como Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga, Paula Nei, D. Pedro II, e personagens de ficção, como Sherlock Holmes e o indefectível Dr. Watson, importados para desvendar o desaparecimento inconveniente de um violino Stradivarius que deixara o imperador em sérios apuros. Mas as ilustres criaturas de Conan Doyle acabam sendo requisitadas para solucionar uma série de crimes hediondos e enigmáticos. O resultado é um livro delicioso, em que as modas e os costumes da capital imperial no século XIX vêm acompanhados de algumas suposições mais ousadas, como a de o Brasil ser o berço do primeiro serial killer da história. Por sua vez, o texto vai do jocoso dos diálogos e da gozação do francesismo brasileiro de então ao hilariante de diversas cenas, e revelações estarrecedoras sobre a vida alimentar, farmacológica e sexual do famoso detetive da rua Baker. O Sherlock de Jô descobrirá as delícias sensuais dos trópicos, aprenderá alguns costumes nativos, exercerá seus brilhantes dotes dedutivos (para espanto e incredulidade dos pobres mortais), mas será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares, meu caro leitor.
Romance brasileiro - Século 20; Histórias policiais

A Copa que ninguém viu e a que não queremos lembrar - Armando Nogueira; Jô Soares; Roberto Muylaert
Jô Soares escreve em coautoria com os jornalistas Armando Nogueira e Roberto Muylaert. Os três assistiram à Copa de 1950, estavam na final no Maracanã, na qual o Brasil perdeu no Uruguai, um dos resultados mais inesperados da história do futebol. Quatro anos depois, estavam também na Suíça e testemunharam a chamada “batalha de Berna”, como ficou conhecida a derrota para a Hungria por 4 a 2, que eliminou o Brasil daquele mundial. Uma partida violentíssima, onde duas equipes de extrema técnica deixaram o futebol bonito de lado e travaram um embate físico intenso. A reunião dos textos sofisticados dos autores, que não se conheciam nessa época, dá lirismo a momentos de decepção coletiva diante de duas derrotas marcantes da seleção.
Crônicas brasileiras - Século 20; Copa do Mundo (Futebol)

O livro de Jô, volume 1: uma autobiografia desautorizada - Jô Soares; Matinas Suzuki Junior
Com verve mais afiada do que nunca, Jô Soares compartilha sua trajetória de astro midiático num livro de memórias escrito para fazer rir, chorar e, sobretudo, não esquecer. O primeiro volume resgata fatos, lugares e pessoas marcantes da juventude de Jô e reconstitui seus primeiros passos no mundo dos espetáculos, nas décadas de 1950 e 1960. Entre a infância dourada no Copacabana Palace e a dura conquista do estrelato, acompanhamos o autor do nascimento aos trinta anos. Os antecedentes familiares, a meninice privilegiada nos palácios da elite carioca, a mudança para um internato na Suíça, os marcos da formação cultural do futuro showman na adolescência, a paixão pelo jazz, a estreia modesta em pontas no cinema e na televisão, o primeiro casamento e, finalmente, a conquista do sucesso numa São Paulo fervilhante: tudo que você sempre quis saber sobre Jô, ele mesmo conta, com o talento narrativo do romancista de O Xangô de Baker Street e O homem que matou Getúlio Vargas.
Soares, Jô, 1938-2022; Apresentadores (Teatro, televisão, etc.) - Brasil – Biografia; Humoristas brasileiros - Autobiografia

O livro de Jô, volume 2: uma autobiografia desautorizada - Jô Soares; Matinas Suzuki Junior
Jô Soares representou mais de duzentos personagens humorísticos e criou dezenas de bordões que entraram para o repertório da língua portuguesa do Brasil. No seu programa de entrevistas que durou 28 anos fez cerca de 14 mil entrevistas. Fez oito espetáculos solos em longas temporadas, dois deles apresentando também em Portugal. Dirigiu 24 peças de teatro e fez dez peças como ator. Escreveu oito livros que já venderam 1,5 milhão de exemplares no mercado brasileiro, tendo sido traduzidos em vários países, entre eles Estados Unidos, França, Itália, Japão e Argentina. No volume 2 desta autobiografia desautorizada, revela como chegou a distribuir hóstias ao lado de Dom Hélder Câmara, sua vida de motoqueiro encerrada com dois acidentes, o processo que sofreu durante o período da presidência do general Emílio Garrastazu Médici (e como foi absolvido com um testemunho do poeta Carlos Drummond de Andrade), a saída para o SBT no auge do sucesso na Globo, os casamentos, a perda do filho Rafael, além de sua admiração profunda por figuras gordas como Orson Welles e Winston Churchill. Mas, mais do que tudo, o leitor se deliciará novamente com as histórias dele e dos outros, contadas com o melhor da verve de Jô Soares.
Soares, Jô, 1938-2022; Apresentadores (Teatro, televisão, etc.) - Brasil - Biografia

Veja também as obras:

MANET, Eduardo; SOARES, Jô. Frankensteins: uma comédia gótica. São Paulo (SP): [s.n.], 2002. 59 p. tradução e direção Jô Soares
Teatro brasileiro - Século 20

Quadro de luz - SOARES, Jô et al. (texto crítico Paulo Klein; curadoria José Roberto Aguilar, Ivald Granato) [S.l.]: [s.n.], 2004. 60 p. Exposição realizada no Museu Brasileiro da Escultura (Mube), São Paulo (SP), em 2004.
Arte digital – Brasil - Exposições - Catálogos; Soares, Jô, 1938-2022; Arte e tecnologia – Brasil - Exposições - Catálogos

ERMAKOFF, George; SOARES, Jô; GUINLE, Jorge. VARIG 75 anos: histórias de viagem. São Paulo (SP): Varig, 2002. 154 p.
Viação Aérea Rio-Grandense - História; Transportes aéreos - Fotografias e ilustrações

 

Fontes biográficas:

Academia Paulista de Letras – Biografia de Jô Soares, que desde 2016, integrava a Academia Paulista de Letras, ocupando a Cadeira 33, que foi de Altino Arantes, na sucessão a Francisco Marins. http://www.academiapaulistadeletras.org.br/academicos.asp?materia=193

Wikipedia - Jô Soares https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%B4_Soares

Memória Globo - Jô Soares https://memoriaglobo.globo.com/perfil/jo-soares/noticia/jo-soares.ghtml

Foto de Jô Soares - Por Fm P@s, remix de Olimor. - Flickr (link da imagem original), CC BY-SA 2.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=33557409

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segunda-feira, 11 de julho de 2022

Dicas de Leitura - Vozes do Pantanal e Vozes do Pampa

As sugestões de livros do acervo SMB de julho de 2022 apresentam obras sobre o Pantanal e o Pampa, a partir dos olhares e das palavras de autores e autoras, cujas trajetórias estão ligadas aos biomas.

Na série Dicas de Leitura sobre os Biomas do Brasil distinguimos cada um deles - Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal - trazendo informações sobre fauna, flora, costumes, lendas, regionalismos, políticas públicas, etc., e também autores notáveis oriundos de cada região, com obras que integram os acervos infantil e adulto do Sistema Municipal de Bibliotecas. Com o título Vozes do Pantanal e Vozes do Pampa, finalizamos as dicas por regiões da série Biomas do Brasil, apresentando uma seleção de livros destes dois últimos biomas.

 dicas-de-leitura - capas dos livros selecionados sobre pantanal e pampa

PANTANAL

O bioma Pantanal ocupa 1,8% do território nacional e abrange parte dos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As tipologias de vegetação do cerrado são predominantes neste bioma, ocorrendo também vegetação semelhante à caatinga e pequenas áreas com florestas. Entretanto, o bioma Pantanal é reconhecido como a maior planície de inundação contínua do Planeta Terra, o que constitui o principal fator para a sua formação e diferenciação em relação aos demais biomas. Ali se reúnem representantes de quase toda a fauna brasileira e durante o período de inundação parte dessa fauna se refugia nas áreas mais altas, retornando quando baixam as águas. O Bioma Pantanal é o mais preservado, embora a criação de gado seja uma atividade importante economicamente para a região, aliada às atividades de turismo (IBGE, 2019). Apesar de sua beleza natural exuberante o bioma vem sendo muito impactado pela ação humana, principalmente pela atividade agropecuária, especialmente nas áreas de planalto adjacentes do bioma. Ressalte-se que apenas 4,68% do Pantanal encontra-se protegido por 28 unidades de conservação, das quais 6 correspondem a UCs de proteção integral e 22 a UCs de uso sustentável (BRASIL, 2021).
 

Pantanal Mato-grossense - Samuel Murgel Branco
Vida em Sociedade. Brasil. Ecologia. Pantanal Mato-grossense. Fauna. Flora. Matas. Cerrados. Campos. Vegetação. Vida aquática. Hábitos do pantaneiro. Garimpo. Problemas ambientais.
Pantanal Mato-grossense (MT e MS) - desafios

Plantas do Pantanal - Arnildo Pott e Vali J. Pott
Guia ilustrado com fotografias coloridas para identificação de 520 espécies da flora do Pantanal, exceto aquáticos, gramíneas e ciperáceas. A fotografia geralmente abrange a planta com flor e/ou fruto. As plantas pertencem a 97 famílias, das quais as leguminosae foram as mais contempladas (98 espécies), seguidas de Euphorbiaceae (21), Rubiaceae (21), Compositae (20), Bignomiaceae (15) e Myrtaceae (15). O texto de cada planta, além de nome científico e nome vulgar, consta de informações sintéticas, originais e bibliográficas, em linguagem de divulgação, sobre os seguintes itens: etimologia, hábito e época de flor/fruto, utilização regional e potencial, ecologia (se aumenta ou diminui com gado, fogo, cheia ou seca), eventualmente cultivo, ocorrência (tipos de ambientes, de vegetação e de solos), e distribuição geográfica. Em utilização foram incluídos usos econômicos, como apícola, forrageira, frutífera, madeireira, medicinal, ornamental, etc., e importância para espécies da fauna.
*Botânica - Pantanal Mato-grossense (MT e MS)

Plantas aquáticas do Pantanal - Vali J. Pott e Arnildo Pott
O livro dos pesquisadores Vali Joana Pott e Arnildo Pott, ambos da Embrapa, traz informações bastante curiosas, por exemplo, sobre a vitória-régia (Victoria amazonica), maior planta aquática do mundo e que tem a maior flor das Américas. No extremo oposto está a Wolffia, que é a menor planta com flor que se conhece, sendo que ambas, às vezes, crescem juntas. Além delas, as diversas espécies de camalotes, chapéus-de-couro, cortiças, ervas-de-bicho, florzeiros, orelhas-de-onça, entre outras, podem ser facilmente distinguidas no livro.
*Botânica - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS); Plantas aquáticas (Botânica) - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS)

O Pantanal - Fernando Portela
Texto ficcional - Um grupo de artistas se hospeda em uma fazenda no Pantanal. Eles vão rodar um filme sobre um personagem histórico, Nega Naná, que aí viveu durante a Guerra do Paraguai. As discussões sobre a realidade pantaneira, os conflitos entre alguns membros da equipe e sobretudo com o anfitrião, o controvertido fazendeiro Gregório, compõem as peças de um enredo que corre paralelo às filmagens, para culminar num crime misterioso. Conteúdo geográfico - Características físicas da região. - A conquista do Pantanal; uma abordagem histórica. - Os primitivos donos da terra: tribos pantaneiras no passado e no presente. - O homem e as cidades da região. - A economia do Pantanal. - As agressões ao meio ambiente. Contém Suplemento de Atividades.
*Geografia na literatura; Pantanal Mato-grossense (MT e MS)

LITERATURA INFANTOJUVENIL

O Pantanal - Rubens Matuck
O Pantanal é uma das maiores planícies de sedimentação do mundo. No Brasil, está localizado em parte dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. A região apresenta uma fauna rica e diversificada. Pássaros como o colhereiro, o jaburu, o irerê, o cabeça-seca, o martim-pescador e as araras vermelha e azul transformam o céu e as matas com seu colorido deslumbrante.
*Ecologia - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil; Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil; Animais - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil

A vida no Pantanal - Roberto Antonelli Filho
Este livro mostra de forma abrangente a diversidade de ambientes naturais e suas riquezas encontrados no mundo todo. Apresenta, também, a beleza da relação dos animais com o meio ambiente onde vivem além de motivar a formação da consciência preservacionista.
*Ecologia - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil; Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil; Animais - Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil

Pantanal: Mosaico das águas - Marcelo Leite
Em férias no Pantanal, Juliana não aguenta mais ficar no meio de tanto mato e tantos bichos. Por outro lado, seu irmão Tiago está adorando ficar na fazenda da família, pois seu grande sonho é tornar-se veterinário e, com certeza, ele está no local perfeito para conhecer diversos animais. Marcílio, filho de Dona Jacira, a cozinheira da fazenda, é o guia e grande companheiro de Tiago nas aventuras pelo Pantanal. Mas o que os três não esperavam nessas férias, era encontrar uma onça-pintada e, ainda, impedir um assassinato.
*Pantanal Mato-Grossense (MT e MS); Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Literatura infantojuvenil; Geografia - Literatura infantojuvenil

Tem rebuliço no Pantanal - Elba GGomes; Luciene GGomes (il.)
A ecologia está na ordem do dia! Todos precisam saber da importância de preservar o meio ambiente; por isso, os tuiuiús estão convocando toda a passarada para um comício: "Vamos salvar o Pantanal ou será a nossa extinção!".
*Literatura infantojuvenil; Pantanal Mato-Grossense (MT e MS) - Preservação - Literatura infantojuvenil


PAMPA

O Pampa está restrito ao estado do Rio Grande do Sul, onde ocupa uma área de 193.836km² (IBGE, 2019). Isto corresponde a 69% do território estadual e a 2,3% do território brasileiro. As paisagens naturais do Pampa são variadas, de serras a planícies, de morros rupestres a coxilhas. O bioma exibe um imenso patrimônio cultural associado à biodiversidade. As paisagens naturais do Pampa se caracterizam pelo predomínio dos campos nativos, mas há também a presença de matas ciliares, matas de encosta, matas de pau-ferro, formações arbustivas, butiazais, banhados, afloramentos rochosos, etc. A progressiva introdução e expansão das monoculturas e das pastagens com espécies exóticas têm levado a uma rápida degradação e descaracterização das paisagens naturais do Pampa. A perda de biodiversidade compromete o potencial de desenvolvimento sustentável da região, seja perda de espécies de valor forrageiro, alimentar, ornamental e medicinal, seja pelo comprometimento dos serviços ambientais proporcionados pela vegetação campestre, como o controle da erosão do solo e o sequestro de carbono que atenua as mudanças climáticas, por exemplo.
Em relação às áreas naturais protegidas no Brasil o Pampa é o bioma que menor tem representatividade no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), representando apenas 3% da área continental brasileira protegida por unidades de conservação. O fomento às atividades econômicas de uso sustentável é outro elemento essencial para assegurar a conservação do Pampa. A diversificação da produção rural a valorização da pecuária com manejo do campo nativo, juntamente com o planejamento regional, o zoneamento ecológico-econômico e o respeito aos limites ecossistêmicos são o caminho para assegurar a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento econômico e social. A estrutura da vegetação dos campos – se comparada à das florestas e das savanas – é mais simples e menos exuberante, mas não menos relevante do ponto de vista da biodiversidade e dos serviços ambientais. Ao contrário: os campos têm uma importante contribuição no sequestro de carbono e no controle da erosão, além de serem fonte de variabilidade genética para diversas espécies que estão na base de nossa cadeia alimentar. * IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2019. Biomas e sistema costeiro-marinho do Brasil: compatível com a escala 1:250.000. Rio de Janeiro, Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. 168 p. (Relatórios metodológicos, v. 45).

Aves do Pampa = Birds Pampa - Edson Endrigo (fotográfo)
O livro 'Aves do Pampa' apresenta o trabalho que o fotógrafo Edson Endrigo realizou neste bioma nos últimos seis anos. Todas as imagens contidas neste livro foram realizadas na natureza, no ambiente em que as aves vivem, sendo que nenhuma ave foi capturada para a realização destas fotos. Contém textos em português e inglês.
*Fotografia de aves - Rio Grande do Sul

A vida nos campos e nos pampas - Roberto Antonelli Filho; ilustrações Luiz Antônio, José Renilton e Cocolete; fotos Haroldo Palo Jr.
*Animais - Pampas (Rio Grande do Sul); Plantas - Pampas (Rio Grande do Sul)

LITERATURA

Assim na terra - Luiz Sérgio Metz
Inspirada num verso de T. S. Eliot - 'no meu começo está meu fim e no meu fim meu começo' -, a narrativa acompanha a jornada do protagonista pelo pampa gaúcho em sua viagem de autoconhecimento. Metz trata as palavras como material precioso, cria uma máquina do mundo e proporciona ao leitor um prazer de leitura. Usando palavras do próprio Metz, surge 'uma hermenêutica do sul, com a calma acadêmica e o vigor dos demônios'.
*Romance brasileiro - Século 20

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Links de interesse sobre o Pantanal e Pampa
Ministério do Meio-Ambiente - bioma Pantanal Pantanal — Português (Brasil) (www.gov.br)
mma.gov.br
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Biomas | IBGE - biomas
Wikipedia - Pantanal: Pantanal – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)
Wikipedia - Pampa: Pampa – Wikipédia, a enciclopédia livre

Veja aqui outras Dicas de Leitura.

Confira também as Dicas de Leitura de junho de 2011 sobre o Meio Ambiente, as de setembro de 2013 sobre a Amazônia, as de março de 2015 sobre o Dia Mundial da Floresta e da Água, e as Dicas de Leitura sobre os Biomas do Brasil: Vozes da Amazônia (novembro 2021), Vozes da Caatinga (janeiro 2022), Vozes do Cerrado (março 2022) e Vozes da Mata Atlântica (junho 2022).

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